Este livro parte de um enorme desafio: trazer à área da história científica institucional em Portugal o primeiro estudo detalhado da Junta de Educação Nacional (1929-1936), uma instituição central para o entendimento do papel que as ciências, numa acepção extremamente ampla (incluindo humanidades, direito e excluindo apenas artes), tiveram na agenda político-científica do Estado-Novo. E, não restam dúvidas, o autor é muito bem sucedido neste propósito.
Assim, em estreito diálogo com historiadores do mesmo período histórico, o autor deste livro oferece ao leitor, nas páginas que se seguem, um estudo ímpar, abrangente e sistemático da política científica da Junta de Educação Nacional que, estou certa, marcará de forma indelével estudos futuros.
É pois, uma leitura incontornável para todos os que se interessam pela história científico-institucional em Portugal.
– Ana Simões | Centro Interuniversitário de História das Ciências e Tecnologias, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa (in Prefácio)






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