Caleidoscópio
RAINHA D. AMÉLIA: Pintora e Mecenas do Património Histórico
RAINHA D. AMÉLIA: Pintora e Mecenas do Património Histórico
José Alberto Ribeiro
RAINHA D. AMÉLIA: Pintora e Mecenas do Património Histórico revela uma faceta menos conhecida de uma das figuras mais marcantes da monarquia portuguesa: o seu papel na preservação do património, no mecenato cultural e na produção artística.
Ao longo dos anos em que viveu em Portugal, Rainha D. Amélia desenvolveu uma intensa atividade de beneficência e intervenção social, promovendo hospitais, sanatórios e instituições de saúde pública. Paralelamente, destacou-se pelo apoio à conservação e restauro de monumentos, museus, coleções arqueológicas e património artístico nacional.
Esta obra explora também a dimensão artística da rainha enquanto pintora e observadora do património histórico, reunindo o seu interesse pelo desenho, aguarela, paisagem natural, arquitetura e objetos de arte.
Uma publicação essencial para investigadores, estudantes, apaixonados por História de Portugal, património cultural, história da arte e monarquia portuguesa.
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Sinopse
A rainha D. Amélia é, certamente, a monarca que mais interesse tem suscitado
nos últimos anos, com obras publicadas em Portugal e em França, mas nunca na sua
vertente de mecenas da conservação e restauro do património e como pintora.
Ao longo dos vinte e quatro anos que viveu em Portugal (1886-1910), a rainha
D. Amélia procurou fazer uso da sua função de soberana e do entendimento que
tinha das suas funções, numa intensa atividade de beneficência ligada à fundação
de hospitais, dispensários, sanatórios e outras instituições de saúde pública.
Todavia, a par da faceta filantrópica social, assegurou ao longo da vida uma atividade
e preocupação permanentes em ações mecenáticas em prol da conservação e
restauro de monumentos, museus, arqueologia e valorização do património artístico
português, ações que continuaria a realizar em França nos anos de exílio.
Menos conhecida é também a artista, como pintora apreciadora do desenho
de «paisagem ao natural» e do património histórico que reúne em desenhos e aguarelas,
organizando um verdadeiro museu de papel, pela recolha e classificação de
objetos de arte e arquitetura, essencialmente medievais.
A sensibilidade artística desta autora revela-nos não só as suas qualidades plásticas
como um justo posicionamento na história da arte portuguesa de finais
do século XIX, princípios do XX.
Detalhes
SKU: 1155
Peso: 1267g
Edição: 04.2025
Formato: 240 x 305 mm
Páginas: 192
Tipo capa: cartonada
Editor: Caleidoscópio
http://doi.org/10.30618/978-989-658-895-3