O Palácio Nacional da Ajuda e a sua afirmação como museu

Preço normal €19,61

Imposto incluído.

Autor: Luís Filipe da Silva Soares
Edição/reimpressão: 2019
Formato: 170x240x21,5mm
Páginas: 550
Tipo capa: Capa mole 
Editor: Caleidoscópio
ISBN: 9789896586195

 

Sinopse

O Paço Real da Ajuda, residência real e edifício ligado à representação do poder monárquico constitucional, mudou de funções depois da revolução de outubro de 1910. Passando por um processo demorado de arrolamento dos bens existentes, o agora denominado Palácio Nacional da Ajuda, passou a ter utilizações protocolares ligados à Presidência da República e foi o local escolhido para gerir um possível garde-meuble nacional. Contudo, o caráter de antigo paço real foi mantido, permitindo uma progressiva consciencialização da inevitável musealização do local.

Edifício central na memória da Monarquia em Portugal, encarado pela República como local apetecível para diversas funções, o Palácio Nacional da Ajuda seria utilizado pelas instituições deste regime para diversos fins. Porém, dentro de um quadro de tentativa de valorização do conjunto, também sugerido pelas diversas tentativas de conclusão do edifício, as suas características patrimoniais e museológicas marcaram sempre uma posição significativa e incontornável, afirmando-se progressivamente como museu, sendo apresentado ao visitante como Palácio-museu.

Através deste livro propomos analisar a evolução do Palácio Nacional da Ajuda, de outubro de 1910 até ao ano de 1981, dando destaque à ação das personalidades fundamentais nos primeiros anos da República (João Taborda de Magalhães e Custódio José Vieira) e analisando a atividade dos seus administradores / conservadores: Armando Porfírio Rodrigues (1911-1938), Manuel Carlos de Almeida Cayola Zagalo (1938-1964) e Armindo Ayres de Carvalho (1964-1981).