Sinopse
Um amigo meu costuma dizer, a diversos títulos, que “O Estado deve respeitar a vontade adulta dos cidadãos”. É com esse pressuposto de humildade que José Luis Carneiro vai discorrendo, opinando ou intervindo, não deixando, porém, de estabelecer o seu próprio percurso e fixar-se nas suas próprias convicções, como o ilustram as intervenções parlamentares e os artigos publicados na imprensa e que constam desta edição.