Sinopse
(S)EM TERRA foi o contraveneno para experiências post meridiem; nas latências, entre silêncios de fim da manhã e fim de noites, rente às alvoradas. Ante a presença de uma pandemia os verbos respirar e vigiar avocaram sentidos duplos, tão ubíquos como loquazes. Vigiar os ciclos e as mudanças, voltar às origens por semanas, absorver fauna e flora – mais-que-humanos internalizando os mesmos costumes, as mesmas ilusões, e decepções –, afigurou-se o menos leniente dos receituários.